quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quando eu provei do álcool...

   As vezes me pergunto o por que da minha existência. Definida pela vida. 
   Por que a minha existência é tão viciosa e tão viciada em coisas supérfluas, em valores fúteis, em amores de 24 horas. Sou egoísta, chata, perturbada, tão alucinada. Tenho vários eus dentro de um só que age como uma cadeia para os outros. Não, não pode ser, estou perdida em um emaranhado de anseios e duvidas, de desgostos passados, e de sonhos jamais realizados. Alias, ainda me surpreendo que meus sonhos ainda não estejam viciados com essa imensa futilidade da minha existência, da pessoa que me defini, com o tempo, com a vida, com as consequências, com os atos e apegos. 
   Estou perdendo o raciocínio, a linha da razão a qual fiz questão de dar um nó, que só se desfaz com mãos finas e ágeis, as quais essas qualidades as minhas mãos não possuem.
   É... a mais pura realidade é que sou formada e definida por coisas impuras.

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